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A Fundação Fé e Alegria fundada na Venezuela em 1955, pelo jesuíta Pe. José Maria Vélaz, constitui-se em Movimento de Educação Popular Integral e Promoção Social, cuja ação impulsionada pela fé cristã está voltada aos setores empobrecidos e/ou excluídos da sociedade. Baseado nos valores de justiça, participação e solidariedade, buscam promover o desenvolvimento pessoal e comunitário e a transformação do meio para a construção de uma sociedade mais justa e eqüitativa.

terça-feira, 12 de maio de 2009

FORMAÇÃO DE EDUCADORES FÉ E ALEGRIA - 24/04/09

TEMA: CONCEPÇÕES DE EDUCAÇÃO
CONTEÚDO: SIGNIFICADO DA EDUCAÇÃO NA SOCIEDADE; CONSTRUÇÃO COLETIVA DE UM CONCEITO DE EDUCAÇÃO; REFLEXÃO SOBRE AS CONCEPÇÕES TRADICIONAL, LIBERAL, TÉCNICO-BUROCRÁTICA E DIALÉTICA; A CONCEPÇÃO DIALÉTICA DE EDUCAÇÃO


Nesta formação contamos com a Equipe do Instituto Paulo Freire.
Nós da equipe de Fé e Alegria fizemos a abertura e depois o educador do IPF deu continuidade da apresentação. Nos dividimos em grupos e seguimos aos espaços correspondentes para cada grupo.

Eles iniciaram com uma dinâmica para o reconhecimento de todo o grupo e depois foi proposto uma atividade prática de como nos identificarmos como pessoas. Falamos sobre coisas que gostamos e não gostamos, fizemos um sorteio (como se fosse uma amigo secreto) e tentamos reproduzir a pessoa que sorteamos colocando o que a pessoa gostava e não gostava.
Feito esta reflexão entramos efetivamente na discussão do que é educação popular e o que seria educação popular na perspectiva freiriana. Foram levantadas várias questões, o grupo participou com boas contribuições enriquecendo o conteúdo transmitido pelo educador. Ao final, encerramos as colocação e os educadores passaram sugestões de leitura para o grupo.

FORMAÇÃO DE EDUCADORES FÉ E ALEGRIA - 27/03/09

TEMA: APRESENTAÇÃO DA PROPOSTA DE FORMAÇÃO
CONTEÚDO: APRESENTAÇÃO DA PROPOSTA E DOS ENVOLVIDOS; REFLEXÃO SOBRE O SIGNIFICADO DE SER EDUCADOR POPULAR NA PERSPECTIVA FREIRIANA


Nesta formação contamos com a Equipe do Instituto Paulo Freire. A dinâmica da equipe consistiu em dividir o grande grupo de 100 pessoas em 3 grupos menores de 35 em média.

Nós da equipe de Fé e Alegria fizemos a abertura e depois o educador do IPF deu continuidade da apresentação. Nos dividimos em grupos e seguimos aos espaços correspondentes para cada grupo. Eles iniciaram com uma dinâmica para o reconhecimento de todo o grupo e depois foi proposto uma atividade prática de como nos identificarmos como pessoas. Falamos sobre coisas que gostamos e não gostamos, fizemos um sorteio (como se fosse um amigo secreto) e tentamos reproduzir a pessoa que sorteamos colocando o que a pessoa gostava e não gostava.
Feito esta reflexão entramos efetivamente na discussão do que é educação popular e o que seria educação popular na perspectiva freiriana. Foram levantadas várias questões, o grupo participou com boas contribuições enriquecendo o conteúdo transmitido pelo educador. Ao final, encerramos as colocação e os educadores passaram sugestões de leitura para o grupo.

PENSADORES


WALTER BENJAMIN - REPENSAR A HISTÓRIA. REVER A CRIANÇA - Filósofo conferiu peso à memória individual e criticou concepções racionalistas da infância.
O filósofo alemão Walter Benjamin (1892-1940) é um dos teóricos mais estudados hoje, e sua obra, consideravelmente aberta a interpretações,interessa a pesquisadores e profissionais de várias áreas.
"Benjamin trata de certo entorpecimento dos homens diante da vida, do enfraquecimento dos laços entre gerações, do estranhamento de um mundo que muda num ritmo que não conseguimos acompanhar e diante do qual não sabemos nos orientar", diz Celina Fernandes, mestre em Sociologia da Educação pela Universidade de São Paulo (USP) e assessora educacional. As análises de Benjamin enfatizam a recuperação de tradições e formas de pensar deixadas de lado pelo registro histórico hegemônico para fornecer instrumentos possíveis de crítica social do presente. "Nada do que um dia aconteceu pode ser considerado perdido para a história", escreveu num texto célebre, Sobre o Conceito da História, de 1940. Benjamim viveu a efervescência cultural da Berlim dos anos 1920, mas também o horror do nazismo, que o perseguiu por ser judeu e também pelo trabalho intelectual contestador e de esquerda. Benjamin não foi um pensador da Educação na mesma amplitude e assiduidade com que foi um pensador da cultura, por exemplo. "Sua obra não traz uma proposta educacional", diz Celina Fernandes. Talvez tenha sido exatamente à ideia de uma proposta educacional que Benjamin reagiu, supõe ela. Sua crítica se dirige ao que chama de programa de remodelação da humanidade, nascido com o Iluminismo.
O pensador criticava os abusos de quem tentava "entender" a infância ecom isso tentar enquadrar a criança em parâmetros psicológicos, como se fossem "seres tão diferentesde nós,com uma existência tão incompatível com a nossa, que precisamos ser muito inventivos para conseguir distrí-las". Benjamim opõe a isso a figura da criança como uma pessoa inserida na história e numa cultura, da qual é também criadora.

BIOGRAFIA

Uma vida interrompida pela força nazista
Filho de uma rica família judia, Walter Benjamin nasceu em 1892, em Berlim,on voltou a morar, em 1920, depois de estudar Filosofia em várias cidades alemãs ena Suíça. Passou a trabalhar como crítico literário e tradutor. Em 1928,a Universidade de Frankfurt rejeitou sua teses A Origem do Drama Barroco Alemão por sua linguagem e pelos métodos não-convencionais,o que encerrou sua carreira acadêmica. Publicado em livro, o estudo estudo é considerado hoje um de seus grandes trabalhos. Benjamin fixou-se em Paris após deixar a Alemanha, em 1933 por causa da ascensão do nazismo. Com a ocupação da França pelos alemães, em 1940, foi para o sul do país com a intenção de viajar aos EUA. Foi detido e soube que seria entregue à Gestapo (polícia secreta nazista). Boa parte de seus escritos foi publicada postumamente, alcançando repercussão na segunda metade do século 20.
Fonte: Nova Escola. Mês de maio 2009.